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	<title>ANA PAULA POLATO</title>
	<subtitle type="html">Alguns dos artigos abaixo s&#227;o publicados no suplemento MEDICINA E SA&#218;DE do jornal A Tribuna-MT e podem ser encontrados tamb&#233;m, nas revistas e site da RedePsi. Agrade&#231;o os v&#225;rios e-mails que tenho recebido como resposta do meu trabalho!</subtitle>
	<updated>19.09.08 10:24:18</updated>
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	<tagline>Alguns dos artigos abaixo s&#227;o publicados no suplemento MEDICINA E SA&#218;DE do jornal A Tribuna-MT e podem ser encontrados tamb&#233;m, nas revistas e site da RedePsi. Agrade&#231;o os v&#225;rios e-mails que tenho recebido como resposta do meu trabalho!</tagline>  
	   
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		    <title type="text/plain" mode="xml">OBSESS&#213;ES E COMPULS&#213;ES</title>
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		       <name>Ana Paula Polato</name>
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		    <updated>19.09.08 10:24:18</updated>
		    <published>19.09.08 10:15:43</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Ser&#225; que eu tenho TOC? &#201; uma pergunta que muitas pessoas j&#225; se fizeram uma vez e certamente, j&#225; ouviram falar bastante a respeito. O Transtorno Obsessivo Compulsivo, conhecido por TOC, &#233; um transtorno mental de ansiedade e est&#225; classificado ao lado das fobias como: fobia social, s&#237;ndrome do p&#226;nico, ansiedade generalizada, entre outros. Os sintomas do TOC, quando acentuados, envolvem altera&#231;&#245;es do comportamento (rituais, compuls&#244;es, repeti&#231;&#245;es, evita&#231;&#227;o...), do pensamento (obsess&#245;es, d&#250;vidas, preocupa&#231;&#245;es excessivas, etc) e por &#250;ltimo, envolve o campo das emo&#231;&#245;es (desconforto, afli&#231;&#227;o, culpa e depress&#227;o). As pr&#225;ticas costumam aliviar a ansiedade &#34;momentaneamente&#34;, levando o indiv&#237;duo a repet&#237;-las e ampli&#225;-las toda vez que sua mente &#233; &#34;invadida&#34;. Em vez de enfrentar seus medos, suas a&#231;&#245;es tornam-se repetidas e sempre acompanhadas de um estado de afli&#231;&#227;o muito grande. Esta falta de discernimento do que &#233; patol&#243;gico com o n&#237;vel de preocupa&#231;&#245;es e medos di&#225;rios (os quais todos apresentam), faz com que os demais acreditem que os rituais do TOC s&#227;o comportamentos normais, &#34;manias&#34;, &#34;chatices&#34;, o que acaba por perpetu&#225;-los sem se dar conta de que o TOC &#233; um transtorno mental grave e pode tornar a vida do portador um grande supl&#237;cio, alastrando aos que est&#227;o &#224; sua volta. Mesmo desejando e se esfor&#231;ando, a pessoa com TOC n&#227;o consegue afastar os pensamentos, pois estes lhe s&#227;o involunt&#225;rios, tamb&#233;m chamados de &#34;pensamentos autom&#225;ticos&#34;. O uso de medicamento e psicoterapia tem se tornado ferramentas muito eficazes no combate dos sintomas do TOC. Uma vez que tanto a terapia quanto os medicamentos tem suas limita&#231;&#245;es, recomenda-se associ&#225;-los e a partir desta jun&#231;&#227;o, torna-se poss&#237;vel reduzie ou at&#233; mesmo eliminar os sintomas do TOC. A interven&#231;&#227;o medicamentosa &#233; recomendada, principalmente, quando existem outros problemas associados ao transtorno como, ansiedade e depress&#227;o ( o que &#233; bastante comum). Mas o uso deste &#250;nico recurso traz certos incovenientes: alguns efeitos colaterais, al&#233;m de uma redu&#231;&#227;o, em maioria dos casos, parcial dos sintomas. Visto que o medicamento &#233; de uso isolado, ou seja, apenas uma modalidade do tratamento. E mesmo que haja resposta, esta ser&#225; para amenizar os estados &#34;emergenciais&#34; decorrentes da doen&#231;a. Em casos acentuados, os sintomas relacionados ao TOC, interferem nos relacionamentos, compromissos sociais, profissionais, econ&#244;micos, modificando a vida rotina de vida n&#227;o s&#243; da pessoa acometida pelo transtorno como tamb&#233;m, a din&#226;mica familiar (sob a qual tem forte impacto). &#201; comum que o os sintomas sejam mais intensos em casa e deminuam em outras situa&#231;&#245;es. No Brasil h&#225; uma estimativa de aproximadamente 3,5 milh&#245;es de pessoas com TOC. E embora tenham a vida gravemente comprometida, muitas nunca foram diagnosticadas ou tratadas. O primeiro passo para tratar o TOC &#233; a realiza&#231;&#227;o de uma avalia&#231;&#227;o profissional abrangente (seja do psic&#243;logo, psiquiatra ou m&#233;dico de sua confian&#231;a) do paciente e de sua fam&#237;lia. Ap&#243;s a determina&#231;&#227;o dos sintomas, estabelece-se um programa adequado de acompanhamento. Se voc&#234; apresenta suspeita de alguns sintomas relacionados &#224; doen&#231;a, procure um profissional para auxili&#225;-lo, lhe dar orienta&#231;&#227;o, apoio e fornecer maiores informa&#231;&#245;es a respeito do transtorno. Assim tornar-se-&#225; poss&#237;vel in&#250;meras perspectivas para lidar ou eliminar o dist&#250;rbio. 
Um grande beijo! 
Ana Paula Polato Psic&#243;loga Cl&#237;nica CRP: 038361-14 Contato: anapolato@gmail.com 
&#160;</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">RELACIONAMENTOS DURADOUROS</title>
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		       <name>Ana Paula Polato</name>
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		    <updated>18.12.07 14:31:34</updated>
		    <published>15.12.07 10:30:30</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Hoje em dia, gra&#231;as ao div&#243;rcio, este fen&#244;meno &#233; mais aceito em todos os n&#237;veis. Ocorre que o fim de um casamento (seja ele por culpa de ambos, de uma das partes ou sem culpa) &#233; mais amplamente admitido e a separa&#231;&#227;o passa a ser comumente a solu&#231;&#227;o de um problema e n&#227;o mais o ato final de uma situa&#231;&#227;o tr&#225;gica. &#201; aceito com mais facilidade que viver em um ambiente de tens&#227;o e incompreens&#227;o prejudica mais que uma separa&#231;&#227;o. N&#227;o tenho a pretens&#227;o de descrever porque um relacionamento afetivo efetivamente chega ao fim, haja vista que os fatores s&#227;o singulares, situacionais e com suas complexidades particulares, n&#227;o podendo ser descrito de forma generalista e plaus&#237;vel. N&#227;o existe um roteiro estabelecido, mas &#233; v&#225;lido salientar alguns pontos chaves que levam ao detrimento de uma uni&#227;o premeditada como eterna. Para uma melhor compreens&#227;o das causas que levam a necessidade de uma quebra do v&#237;nculo do matrim&#244;nio &#233; indispens&#225;vel que analisemos as motiva&#231;&#245;es (ou falta delas) existentes nesta uni&#227;o. Uma das causas eminentes e freq&#252;entemente vista nos dias de hoje norteia a inexperi&#234;ncia devida &#224; juventude e a imaturidade do casal, que provoca surpresas desagrad&#225;veis no curso de sua vida em comum, principalmente quando saem da casa dos pais e deparam-se diretamente com a vida conjugal. As duas pessoas percebem que t&#234;m personalidades diferentes, diverg&#234;ncias de interesses e de opini&#245;es e os desejos de cada um crescem de modo distinto e em dire&#231;&#245;es opostas. Para evitar atritos, h&#225; necessidade de desenvolver um certo grau de intelig&#234;ncia emocional e vontade para fazer com que uma rela&#231;&#227;o seja sustentada por atos de ambas as partes, afinal, muitos confundem que ao se tratar de emo&#231;&#245;es, o amor deve caminhar por si s&#243;, de forma espont&#226;nea. Esta premissa, nada mais &#233; do que um grande equ&#237;voco. Outro fator tamb&#233;m importante &#233; o fato de as pessoas se casarem por motivos socialmente impostos pela cultura vigente. Casam-se simplesmente porque &#233; assim que se espera que aconte&#231;a em determinada fase da vida. Se duas pessoas se casam simplesmente para serem socialmente aceitas, acabam iludidas por um conformismo e apego patol&#243;gico que nos d&#225; uma id&#233;ia previamente estabelecida de uma uni&#227;o inst&#225;vel, pouco feliz e sem grandes e significativos ideais a serem alcan&#231;ados. As obriga&#231;&#245;es criadas pela promessa de viver juntos na sa&#250;de e na doen&#231;a, na riqueza e na pobreza, at&#233; que a morte os separe gera uma certa ansiedade a qual s&#243; se pode enfrentar com um bom equil&#237;brio psicoafetivo. No in&#237;cio de toda a rela&#231;&#227;o, seja esta de namoro, uni&#227;o est&#225;vel ou casamento, existe um afeto, uma comunica&#231;&#227;o facilmente flu&#237;da, atra&#231;&#227;o sexual, respeito e, na maioria das vezes, estima confian&#231;a rec&#237;proca. Nesta troca de admira&#231;&#227;o, s&#227;o levados a crer que fazem parte de um encaixe perfeito, quase que uma designa&#231;&#227;o divina. Com o passar do tempo, o per&#237;odo de encantamento diminui ou at&#233; mesmo passa, emergindo um outro aspecto da rela&#231;&#227;o que nem todos est&#227;o preparados para encarar juntos. Isto normalmente ocorre, porque ningu&#233;m pode deixar de levar para o casamento os pr&#243;prios problemas e limita&#231;&#245;es. Pelo contr&#225;rio, existe uma grande probabilidade de que as dificuldades pessoais se multipliquem em vez de desaparecerem, uma vez que cada um tem sua carga de problema somada &#224; do companheiro(a). Resultando assim, em uma soma de dificuldades inesperadas, imprevistas e em alguns casos, inaceit&#225;veis. H&#225; uma forte tend&#234;ncia em ignorar o fato de que um bom relacionamento se instaura somente entre indiv&#237;duos que s&#227;o capazes de cuidar de si mesmos, aceitando os pr&#243;prios tra&#231;os e caracter&#237;sticas. Trata-se de aceitar-se tal qual &#233;! Entramos ent&#227;o em um patamar desconhecido, onde se faz necess&#225;rio aproximar a imagem idealizada &#224; natureza real de cada um. S&#243; assim &#233; poss&#237;vel estabelecer as verdadeiras necessidades e tamb&#233;m, aquilo que temos e queremos oferecer ao outro. Freq&#252;entemente, nossos pedidos s&#227;o diferentes daqueles que pensamos estar fazendo e caminha-se para uma desgastante busca de respostas satisfat&#243;rias para as promessas e pedidos que se fizeram e n&#227;o se cumpriram. A tenta&#231;&#227;o de ver apenas o lado rom&#226;ntico da rela&#231;&#227;o &#233; substitu&#237;da pela interpreta&#231;&#227;o da realidade, um tanto distante do que normalmente idealizamos. Rancores, incompreens&#245;es, repreens&#245;es, lamentos, incompatibilidades, dificuldades que v&#234;m &#224; tona simultaneamente e, se n&#227;o administradas, tornam a vida a dois pesada e amarga. Neste momento, in&#250;meros questionamentos nos levam a pensar &#8220;o quanto tal pessoa mudou, n&#227;o se parece em nada com a pessoa com a qual me casei&#8221; e na verdade, alimentam uma ilus&#227;o de que o outro se transformou em outra pessoa, a qual voc&#234; literalmente n&#227;o reconhece. O que acontece &#233; que no sentido natural da vida, as pessoas amadurecem, mudam e mudam-se suas exig&#234;ncias, seus pontos de vista, opini&#245;es, sem que haja uma mudan&#231;a correspondente no outro. Trata-se de uma mobilidade em todos os sentidos e todos os campos que, muitas vezes, elimina uma possibilidade real de se manterem ra&#237;zes s&#243;lidas e inertes ao comportamento. Em determinados casos, estas mudan&#231;as naturais revelam que algumas das expectativas n&#227;o foram satisfeitas e talvez nunca ser&#227;o. A pessoa que escolhemos para dividir a vida, simplesmente n&#227;o pode carregar o &#244;nus de n&#227;o ser capaz de satisfazer sozinho todas as nossas necessidades afetivas mais profundas. Talvez, ela nem saiba o que voc&#234; realmente deseja e vou al&#233;m, quando satisfeita uma necessidade, surgem outras e assim sucessivamente. Temos grande parcela de responsabilidade sobre os nossos anseios e formas de concretiz&#225;-los e os fracassos de uma rela&#231;&#227;o n&#227;o devem ser atribu&#237;dos a um ou ao outro sem que cheguem de fato &#224; raiz do problema. Sentir-se plenamente realizado &#233;, antes de mais nada, ter um bom relacionamento consigo mesmo e com o ambiente circunstante. Somente a partir da convic&#231;&#227;o de que a maioria dos erros remete a ambos, &#233; que podemos rever os fatos e evitar cicatrizes desagrad&#225;veis. Contudo, a &#8220;rela&#231;&#227;o ideal&#8221; com que muitas vezes sonhamos n&#227;o existe. Existem por outro lado, muitas rela&#231;&#245;es que funcionam bem. E dentre esses fatores podemos destacar: - Uma continuidade de presen&#231;a, mesmo que haja necessidade de estar mais ausente do que presente. Existem formas diferenciadas de estar a postos; - Possibilidade sempre aberta a uma boa conversa, o que n&#227;o significa trocar informa&#231;&#245;es, mas expressar pensamentos, sentimentos e emo&#231;&#245;es. - Saber ouvir a voz do outro; - Saber ler a express&#227;o do rosto, dos gestos ou subentendidos do outro; - Contato afetivo, o que inclui carinho, aten&#231;&#245;es concretas, olhares, etc. - Saber colocar-se no lugar do outro; - Ter vivos interesses em comum que permitam enriquecer fazendo algumas coisas juntos; - Respeito &#224; individualidade e &#224; autonomia do outro; - Viver com criatividade, fazendo com que o presente n&#227;o seja uma repeti&#231;&#227;o obrigat&#243;ria do passado; - Reciprocidade, cumplicidade, entre outros. Hoje, vivemos um momento que nos permite atravessar uma &#8220;experimenta&#231;&#227;o de casal&#8221; antes de casar-se de fato. E come&#231;ar uma vida matrimonial n&#227;o significa ter de percorrer um caminho j&#225; tra&#231;ado pela tradi&#231;&#227;o, mas percorrer uma busca de equil&#237;brio e novas maneiras de ser. Sendo esta &#8220;experimenta&#231;&#227;o&#8221; uma situa&#231;&#227;o imposta de forma tolerante pela sociedade, &#233; poss&#237;vel que as escolhas sejam livremente feitas de acordo com a afinidade ou desaven&#231;as de comportamentos difundidas entre o casal nesta fase de prepara&#231;&#227;o para o casamento e evitam implica&#231;&#245;es futuras negativas do v&#237;nculo a ser estabelecido pelo casal. 
AMOR E LUZ A TODOS!!

Com carinho,Ana Paula Polato. Psic&#243;loga Contato: anapolato@gmail.com </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">CRESCE A PROCURA PELA AVALIA&#199;&#195;O PSICOL&#211;GICA</title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://anapolato.blog.terra.com.br/cresce_a_procura_pela_avaliacao_psicolog" />   
		    <author>
		       <name>Ana Paula Polato</name>
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		    <updated>19.07.07 22:16:29</updated>
		    <published>19.07.07 21:55:56</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">A Avalia&#231;&#227;o Psicol&#243;gica &#233; uma das atividades mais utilizadas no campo da Psicologia. Atualmente, a sociedade tem dado maior import&#226;ncia &#224; quest&#227;o do comportamento humano. 
Sucintamente, a Avalia&#231;&#227;o Psicol&#243;gica, segundo o Conselho Federal de Psicologia (CFP), consiste em um processo t&#233;cnico-cient&#237;fico de coleta de dados, estudos e interpreta&#231;&#245;es de informa&#231;&#245;es a respeito dos fen&#244;menos psicol&#243;gicos.
O aumento da procura pela Avalia&#231;&#227;o &#233; not&#225;vel e vem sendo adotada como uma ferramenta bastante significativa, reconhecida e aplicada em campos como: 
- Processos Seletivos, onde comporta a escolha de um profissional comportamentalmente apto para determinada fun&#231;&#227;o; - Orienta&#231;&#227;o Vocacional, dando ao estudante uma amplitude de possibilidades que se aproximam de um funcionamento inato; - Porte de Armas, al&#233;m de exigido por lei, estabelece crit&#233;rios do perfil psicol&#243;gico do indiv&#237;duo, aferindo-se a uma estrutura de personalidade que o torna apto ou n&#227;o &#224; obten&#231;&#227;o do porte de armas; - Obten&#231;&#227;o da Carteira Nacional de Habilita&#231;&#227;o (CNH), atrav&#233;s de testagens que verificam a condi&#231;&#227;o de um desempenho adequado no tr&#226;nsito; - Concursos P&#250;blicos, visando verificar caracter&#237;sticas comportamentais e equil&#237;brio emocional ideal com a sua forma&#231;&#227;o e o exerc&#237;cio da profiss&#227;o; - Aux&#237;lio a Per&#237;cias Judiciais, como meio de demonstrar evid&#234;ncias, reconhecer e demonstrar registros psicol&#243;gicos com veracidade dos fatos, procedidos de altera&#231;&#245;es que podem ser perceptivas, cognitivas e afetivas. - Recomenda-se tamb&#233;m que seja feita uma Avalia&#231;&#227;o Psicol&#243;gica como junta multidisciplinar na realiza&#231;&#227;o da Cirurgia Bari&#225;trica (redu&#231;&#227;o do est&#244;mago), sendo primordial no pr&#233; e no p&#243;s-cir&#250;rgico, com o objetivo de ajudar o paciente a conhecer e compreender melhor a si mesmo, melhorando sua ades&#227;o ao tratamento e adapta&#231;&#227;o aos h&#225;bitos de sua nova imagem corporal, descobrindo e vivenciando novos prazeres, com corpo e mente modificados, para uma qualidade de vida melhor e mais leve. 
Devido aos in&#250;meros questionamentos acerca desta pr&#225;tica, o CFP editou uma resolu&#231;&#227;o que define o uso, elabora&#231;&#227;o e comercializa&#231;&#227;o de testes psicol&#243;gicos. Para evitar uma utiliza&#231;&#227;o equivocada, o psic&#243;logo deve orientar-se frente ao Sistema de Avalia&#231;&#227;o dos Testes Psicol&#243;gicos (SATEPSI), que descreve os testes devidamente regulamentados, denominando sua recomenda&#231;&#227;o em diferentes &#225;reas da Psicologia. Cabe ao psic&#243;logo utilizar somente os testes inclu&#237;dos na lista dos aprovados e cumprir a resolu&#231;&#227;o que rege o c&#243;digo de &#233;tica da sua profiss&#227;o. 
Sua utiliza&#231;&#227;o auxilia o psic&#243;logo na identifica&#231;&#227;o de problemas decorrentes da subjetividade humana e facilita a tomada de decis&#227;o tanto para diagn&#243;stico quanto para interven&#231;&#227;o. Uma problem&#225;tica que norteia destaque &#233; que, cada profissional apresenta uma demanda, cabendo a ele saber diferenciar e adaptar sua necessidade aos instrumentos que possui, ou seja, escolher a t&#233;cnica mais apropriada face ao objetivo que se pretende alcan&#231;ar. 
Desta forma, a crescente procura pela Avalia&#231;&#227;o Psicol&#243;gica objetiva conhecer o potencial de cada indiv&#237;duo, bem como suas compet&#234;ncias pessoais, seguindo um crit&#233;rio mais espec&#237;fico do funcionamento da psique humana. 
Amor e luz!! 
Com carinho,
Ana Paula Ferrari Polato Psic&#243;loga&#160; 
Contato: anapolato@gmail.com</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">&#201; f&#225;cil encontrar a felicidade?</title>
		    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://anapolato.blog.terra.com.br/e_facil_encontrar_a_felicidade" />   
		    <author>
		       <name>Ana Paula Polato</name>
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		   </author>
		    <id>http://anapolato.blog.terra.com.br/e_facil_encontrar_a_felicidade</id> 
		    <updated>19.07.09 13:25:16</updated>
		    <published>29.12.06 22:58:53</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Nem sempre! Os poetas a homenagearam, os romancistas a descreveram, os fil&#243;sofos a contemplaram, mas grande parte deles a saudaram apenas de longe. Os reis tentaram domin&#225;-la, mas ela n&#227;o se submeteu ao seu poder. Os ricos tentaram compr&#225;-la, mas ela n&#227;o se deixou vender. Os intelectuais tentaram entend&#234;-la, mas ela os confundiu. Os famosos tentaram fascin&#225;-la, mas ela lhes contou que preferia o anonimato. Os jovens disseram que ela lhes pertencia, mas ela lhes disse que n&#227;o se encontrava no prazer imediato nem se deixava encontrar pelos que n&#227;o pensavam nas conseq&#252;&#234;ncias dos seus erros. Alguns acreditaram que poderiam cultiv&#225;-la em laborat&#243;rio. Isolaram-se do mundo e dos problemas da vida, mas a felicidade enviou um claro recado dizendo que ela apreciava o cheiro de gente e crescia no meio das dificuldades. Outros tentaram cultiv&#225;-la com os avan&#231;os da ci&#234;ncia e da tecnologia, mas eis que a ci&#234;ncia e a tecnologia se multiplicaram e a tristeza e as mazelas da alma se expandiram. Desesperados, muitos tentaram encontrar a felicidade em todos os cantos do mundo. Mas no espa&#231;o ela n&#227;o estava, nos mais altos edif&#237;cios n&#227;o fez moradia, no interior dos pal&#225;cios n&#227;o habitava. Cansados de procur&#225;-la, alguns disseram: &#8220;ela n&#227;o existe, &#233; um sonho de sonhadores que nunca acordam&#8221;. A felicidade bateu &#224; porta de todos. Deu sinal de vida na hist&#243;ria dos abatidos e dos animados, dos depressivos e dos sorridentes, dos que representam e dos que vivem sem maquiagem. Sussurrando aos ouvidos do cora&#231;&#227;o, ela disse baixinho: &#8220;Hey, n&#227;o estou no mundo em que voc&#234; est&#225;, mas no mundo que voc&#234; &#233;!&#8221;. Confusos, gritamos: &#8220;O que? Fale mais alto&#8221;. A maioria das pessoas n&#227;o entendeu a sua linguagem. Esperavam que ela se manifestasse como o ribombar dos trov&#245;es. Mas ela ama o sil&#234;ncio. Sorrateira, ela aparece quase impercept&#237;vel nas curvas da vida e nas coisas singelas da exist&#234;ncia. O resultado &#233; que a felicidade habitou na alma de muitos por pouco tempo e na alma de poucos por toda a vida. A felicidade tem muitas filhas e filhos: o amor, a tranq&#252;ilidade, a sabedoria, a alegria, a paci&#234;ncia, a toler&#226;ncia, a solidariedade, o perd&#227;o, a perseveran&#231;a, o dom&#237;nio pr&#243;prio, a bondade, a auto-estima. Nunca se viu uma fam&#237;lia t&#227;o unida! Se voc&#234; maltratar alguns dos seus membros, tem grande chance de perder a fam&#237;lia toda. Se ferir o amor, perder&#225; a tranq&#252;ilidade; se a tranq&#252;ilidade abandon&#225;-lo, perder&#225; a perseveran&#231;a; se a perseveran&#231;a partir, perder&#225; a sabedoria; se a sabedoria se for, a auto-estima dir&#225; adeus. Multiplicamos as escolas, mas n&#227;o multiplicamos os homens que pensam. Multiplicamos o n&#250;mero de psic&#243;logos e psiquiatras no mundo, mas n&#227;o expandimos a produ&#231;&#227;o de homens que tenham qualidade de vida e saibam navegar em suas emo&#231;&#245;es. N&#227;o &#233; poss&#237;vel apagar nossas hist&#243;rias, s&#243; &#233; poss&#237;vel reescrev&#234;-las. Voc&#234; pode e deve encontrar o caminho da felicidade, as veredas da tranq&#252;ilidade, o prazer do di&#225;logo, a coragem para superar suas crises e a lucidez para resgatar o encanto pela vida. Por Augusto Cury, psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. 
Feliz Ano Novo a todos, que voc&#234;s possam ter um ano colorido, regado de FELICIDADE, AMOR E LUZ!! Com carinho, Ana Paula Polato Psic&#243;loga anapolato@gmail.com </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">COISAS QUE APRENDI...</title>
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		       <name>Ana Paula Polato</name>
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		    <updated>23.02.07 13:57:33</updated>
		    <published>25.10.06 22:37:24</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Eu aprendi que eu n&#227;o posso fazer algu&#233;m me amar. Tudo o que posso fazer &#233; ser algu&#233;m que possa ser amada, o resto depende deste algu&#233;m. 
Eu aprendi que n&#227;o importa o quanto eu demonstre carinho, algumas pessoas simplesmente n&#227;o se importam em retornar o afeto. 
Eu aprendi que a confian&#231;a demora anos para ser adquirida e alguns minutos para ser destru&#237;da. 
Eu aprendi que n&#227;o &#233; o que eu tenho na vida, mas quem eu tenho na minha vida &#233; o que realmente conta. 
Eu aprendi que posso tomar uma decis&#227;o precipitada e que trar&#225; conseq&#252;&#234;ncias pro resto da minha vida. 
Eu aprendi que est&#225; demorando muito pra eu me tornar a pessoa que eu almejo ser. 
Eu aprendi que devemos nos despedir das pessoas que nos s&#227;o queridas com palavras am&#225;veis, pode ser que esta seja a &#250;ltima vez que nos despedimos delas. 
Eu aprendi que depois que decido que n&#227;o consigo seguir em frente, eu vou al&#233;m mais um pouco. 
Eu aprendi que somos respons&#225;veis por tudo que fazemos, n&#227;o importa o que sentimos. 
Eu aprendi que eu controlo a minha atitude ou ela me controlar&#225;. 
Eu aprendi que n&#227;o importa o quanto um relacionamento &#233; quente no in&#237;cio, a paix&#227;o acaba e &#233; melhor que haja algum sentimento mais forte para tomar o lugar dela. 
Eu aprendi que HER&#211;I &#233; a pessoa que faz o que &#233; necess&#225;rio ser feito, n&#227;o se importando com as conseq&#252;&#234;ncias.
Eu aprendi que minha amiga e eu podemos fazer tudo ou nada e nos divertirmos da mesma forma. 
Eu aprendi que muitas vezes as pessoas que eu esperava que me desprezariam, foram justamente as que me ajudaram a levantar da minha queda. 
Eu aprendi que muitas vezes eu fiquei irritada e eu tenho o direito de ficar, mas isto n&#227;o me d&#225; o direito de ser cruel com os outros. 
Eu aprendi que uma amizade verdadeira continua a crescer independente da dist&#226;ncia que nos separa (a mesma coisa funciona para o amor verdadeiro). 
Eu aprendi que n&#227;o &#233; porque algu&#233;m n&#227;o me ama da maneira que eu espero ser amada que ele n&#227;o me ame com tudo o que ele entende por amor. 
Eu aprendi que maturidade tem a ver com as experi&#234;ncias que eu tive e n&#227;o&#160;com a quantidade de anivers&#225;rios que eu completo. 
Eu aprendi que eu nunca devo dizer a uma crian&#231;a que os sonhos dela s&#227;o imposs&#237;veis (que trag&#233;dia seria se a crian&#231;a acreditasse em minhas palavras!). 
Eu aprendi que n&#227;o posso contar sempre com a minha fam&#237;lia, pois pessoas que n&#227;o s&#227;o nossos parentes podem fazer mais por n&#243;s e tamb&#233;m nos ensinar a amar. Fam&#237;lia n&#227;o &#233; s&#243; a biol&#243;gica. 
Eu aprendi que n&#227;o importa o quanto a nossa melhor amiga &#233; boa, ela vai nos machucar de vez em quando e ser&#225; preciso perdo&#225;-la. 
Eu aprendi que nem sempre &#233; suficiente ser perdoada, n&#243;s temos que aprender perdoar a n&#243;s mesmos em primeiro lugar. 
Eu aprendi que n&#227;o importa o quanto o meu cora&#231;&#227;o est&#225; doendo, o mundo n&#227;o para. 
Eu aprendi que duas pessoas podem olhar para uma mesma dire&#231;&#227;o e ter opini&#245;es completamente diferentes. 
Eu aprendi que n&#227;o importa o quanto protegemos nossos filhos (mesmo os de 4 patas), pois eles ficar&#227;o machucados e n&#243;s ficaremos feridos tamb&#233;m. 
Eu aprendi que quando n&#227;o tenho mais nada de mim para dar, se uma amiga precisa do meu apoio, eu encontro energia suficiente para ajud&#225;-la. 
Eu aprendi que um diploma na parede n&#227;o me faz uma pessoa descente. 
Eu aprendi que aqueles que n&#243;s amamos mais s&#227;o os primeiros a serem levados pela morte. 
Eu aprendi que &#233; muito dif&#237;cil determinar ser boa e n&#227;o machucar as pessoas e ainda assim, permanecer firme no que acredito. 
Eu aprendi que muitos podem me achar tola, mas nada me convence desacreditar&#160;que no fundo eu sou APENAS JUSTA!! 
Eu aprendi que a minha vida pode estar confusa, mas as coisas lindas, muito mais do que lindas, sempre ficar&#227;o. 
Eu aprendi que com o tempo at&#233; o caos se organiza e chegar&#225; o dia em que tudo far&#225; sentido. 
Eu aprendi que &#233; inevit&#225;vel chorar, sentir ang&#250;stia, trope&#231;ar em pedras, mas que para crescer &#233; necess&#225;rio ver rolar todas as l&#225;grimas e trope&#231;ar em todas as pedras, o que n&#227;o se pode fazer &#233; culpar a sorte por esses trope&#231;os enquanto os outros passam por n&#243;s e seguem adiante. 
Eu aprendi que fazer o BEM me faz BEM...mesmo que as adversidades&#160;me forcem experimentar sentimentos destrutivos. 
Eu aprendi que a cada dia eu aprendo um pouco mais e sempre terei algo novo para escrever sobre AS COISAS QUE APRENDI!! 

AMOR E LUZ!!
Com carinho, Ana Paula.</content>
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